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Castelo inicia rastreamento e tratamento contra a esquistossomose

Na última quinta-feira, 30 de outubro, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) da Prefeitura de Castelo passaram por uma capacitação com a Vigilância Ambiental em Saúde. O treinamento focou no conhecimento, diagnóstico e tratamento da esquistossomose, uma doença parasitária causada pelo verme Schistosoma mansoni, transmitida pelo contato com água doce (córregos, rios e lagoas) contaminada por larvas liberadas por caramujos infectados.

Os sintomas da esquistossomose variam de acordo com a fase da doença. Na fase aguda, podem ocorrer febre, dor de cabeça, calafrios, suores, fraqueza, falta de apetite, dor muscular, tosse, diarreia e coceira na pele (imediatamente após a infecção). Já na fase crônica, os sintomas incluem diarreia constante alternada com prisão de ventre, inchaço abdominal, aumento do fígado e do baço, tonturas, coceira anal e, em casos mais graves, hipertensão pulmonar e cirrose.

Para o diagnóstico da doença, o exame de sangue é inválido como análise ativa, uma vez que o paciente que teve contato com o parasita sempre terá anticorpos no sangue. A coproscopia para esquistossomose, também chamada de parasitológico de fezes, é o principal exame para o diagnóstico, pois detecta os ovos do parasita.

Durante este mês de novembro, os agentes de saúde farão a entrega dos coletores de fezes e fornecerão orientações aos pacientes de todo o município que tiverem interesse em realizar o exame. Para esclarecimentos adicionais, entre em contato com a Vigilância em Saúde pelo telefone (28) 3542-6300 (Ramal 735) ou pelo celular (28) 99933-8055.

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